{"version":"1.0","provider_name":"Corpo Freudiano","provider_url":"https:\/\/corpofreudiano.com.br\/w","author_name":"Corpo Freudiano","author_url":"https:\/\/corpofreudiano.com.br\/w\/author\/corpo-freudiano\/","title":"A c\u00e9u aberto - Corpo Freudiano","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"WW3NGofauL\"><a href=\"https:\/\/corpofreudiano.com.br\/w\/portfolio\/a-ceu-aberto\/\">A c\u00e9u aberto<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/corpofreudiano.com.br\/w\/portfolio\/a-ceu-aberto\/embed\/#?secret=WW3NGofauL\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;A c\u00e9u aberto&#8221; &#8212; Corpo Freudiano\" data-secret=\"WW3NGofauL\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/corpofreudiano.com.br\/w\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","thumbnail_url":"https:\/\/corpofreudiano.com.br\/w\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/A-ce\u0301u-aberto-O-inconsciente-na-cli\u0301nica-das-psicoses.jpg","thumbnail_width":419,"thumbnail_height":600,"description":"Na cl\u00ednica da psicose, a escuta do sofrimento logo desnuda que ao psicanalista n\u00e3o basta o que j\u00e1 se consolidou teoricamente desde a inven\u00e7\u00e3o freudiana. Ainda que conhe\u00e7a a fun\u00e7\u00e3o e o campo da fala e da linguagem, bem como a dire\u00e7\u00e3o do tratamento e os princ\u00edpios de seu poder, e se disponha a n\u00e3o recuar em face do que se apresenta, ele tem de, a cada vez, apostar na singularidade do sujeito, deixando-se ensinar pelo que este lhe diz. Na experi\u00eancia anal\u00edtica propriamente dita, em que teoria e pr\u00e1tica se encontram sobredeterminadas, \u00e9 preciso n\u00e3o apenas estabelecer as condi\u00e7\u00f5es para a sua efetiva\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m, se for o caso, deix\u00e1-la refazer-se. Derivado das contribui\u00e7\u00f5es apresentadas no V Encontro Nacional e V Col\u00f3quio Internacional O inconsciente a c\u00e9u aberto: as psicoses na psican\u00e1lise, realizado pelo Corpo Freudiano Escola de Psican\u00e1lise em Bel\u00e9m do Par\u00e1 em 2015, o conjunto dos textos aqui reunidos, precedido por duas confer\u00eancias de Alain Didier-Weill sobre o supereu, subdivide-se em cinco linhas de investiga\u00e7\u00e3o e pesquisa. Nas tr\u00eas primeiras, dedicadas \u00e0 estrutura da psicose e seus mecanismos, ao seu diagn\u00f3stico em suas diferen\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o aos da neurose e da pervers\u00e3o, e \u00e0s conting\u00eancias inerentes \u00e0 entrada em an\u00e1lise e \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do del\u00edrio, destaca-se o interesse dos autores em discernir e fundamentar o que \u00e9 redut\u00edvel e espec\u00edfico na psicose, ao passo que, nas duas \u00faltimas, concentradas em torno da voz e da supl\u00eancia, alinhavam-se quer destinos da alucina\u00e7\u00e3o e de escolhas feitas sob transfer\u00eancia, quer formas diversas de tratamento do real pela arte. N\u00e3o se exploram aqui defici\u00eancias ou incapacidades. A irrup\u00e7\u00e3o da psicose, entendida como um desencadeamento ao qual s\u00f3 se atribui legibilidade por seus efeitos e consequ\u00eancias, \u00e9 uma viv\u00eancia subjetiva igualmente submetida \u00e0 linguagem e aos discursos, raz\u00e3o pela qual mant\u00e9m tanto os des\u00edgnios de sua hist\u00f3ria quanto os prod\u00edgios da cria\u00e7\u00e3o. Aos psicanalistas, portanto, cabe sustentar a sua transposi\u00e7\u00e3o naqueles por ela afetados, no sentido de lhes franquear um caminho a seguir, sem que, para isso, tenham de cerrar os pr\u00f3prios ouvidos para o que \u00e9 insensato, inilud\u00edvel ou insuport\u00e1vel."}