As cidades do Corpo Freudiano
Corpo Freudiano | Coleção Janus
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Os-nomes-do-Pai
Os Nomes do Pai

Alain Didier-Weill
Editora Contra Capa / Selo Janus do Corpo Freudiano

Passagens
Passagens - Transmição da Psicanálise e Direitos do Homem

Paolo Lollo
Editora Contra Capa / Selo Janus do Corpo Freudiano

Letras-do-Sintoma
Letras do Sintoma

Sonia Leite e Teresinha Costa (organizadoras)
Editora Contra Capa / Selo Janus do Corpo Freudiano

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Lacan e a formação do psicanalista

Marco Antonio Coutinho Jorge [org.]
85-7740-013-1 | 296 p. | 16 x 23 cm.

Quando alguém fala a um psicanalista confessa ou confia o seu sofrimento? Este, ao escutar aquele que lhe dirige a palavra, deve lembrar ou esquecer do que aprendeu em sua própria análise? A capacidade de redescobrir a própria fala se mantém ou se perde ao longo da vida?
Questões como estas, supostamente anódinas diante do sofrimento humano, não só permitem o estabelecimento de pontos de referência fundamentais para a formação do psicanalista, como também contribuem para que esta mantenha seu caráter permanente, pois, retomadas à luz dos efeitos clínicos, não deixam que a escuta se acomode ao que já se sabe e não basta para que a experiência analítica encontre seu termo.
O modo como um psicanalista se forma, estruturado ainda hoje segundo o tripé análise pessoal, ensino teórico e supervisão clínica, tem dois pontos de inflexão fundamentais: a suposta iminência da morte de Freud após ter descoberto o câncer que lhe retiraria a vida e a ação de Lacan sobre o legado freudiano e seus desdobramentos. Sem a análise desses pontos, a repetição estandartizada da prática clínica parece ganhar autonomia e se desvincular das questões humanas que continuam a fazer com que as pessoas procurem um psicanalista.
Os textos aqui reunidos mapeiam a história e a estrutura da formação do psicanalista, bem como demarcam as principais balizas da análise, do ensino e da supervisão relacionados a ela. Seu conjunto certamente é referência fundamental para o tema e deve interessar tanto a quem fala como a quem escuta palavras que, transferidas, deixam de ser o que pareciam e se põem a nos transformar.

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Sobre as manipulações irreversíveis do corpo e outros textos psicanalíticos

Paola Mieli

Este livro carrega a força do discurso psicanalítico. Surpreende. Tecido com a delicadeza de um crochê de linha fina e pontos firmes, apresenta ao público brasileiro o trabalho de Paola Mieli, psicanalista italiana residente nos Estados Unidos há quase vinte anos.
Partindo do reconhecimento do que em nós há de precário, de não-sabido, suas contribuições visam primordialmente ao entrelaçamento do que se aprende na experiência psicanalítica com questões concernentes ao campo social. Como observa, a existência da « realidade material » da psicanálise em nada garante a existência do verdadeiro discurso psicanalítico.

Entre as principais questões por ela abordadas estão : as reflexões de Freud acerca da fantasia originária e a abordagem lacaniana da dimensão estrutural mítica da experiência subjetiva; os papéis desempenhados pela fantasia e pela realidade na constituição do trauma; as consequências psíquicas decorrentes de manipulações irreversíveis do corpo; e sua própria experiência clínica em Nova Iorque e o enfrentamento de condições não favoráveis ao desenvolvimento do discurso psicanalítico.

Rigorosa, crítica e prenhe de boas idéias, a prática da psicanálise sustentada por Paola Mieli não abre mão de articular sua rica experiência clínica com a observação interessada do mundo. É o que se verá aqui.

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Amor, ódio e ignorância
Literatura e psicanálise
Nadiá Paulo Ferreira | ISBN | 85-87184-32-6 | 2005

Este livro surpreenderá o leitor em muitas de suas qualidades: a originalidade com que são tecidas as relações entre literatura e psicanálise; seu modo delicado de desfazer velhos problemas que contribuíram mais para confundir que para evidenciar a fecundidade e a singularidade de cada um desses campos – por exemplo, a tendência, inaugurada pelos surrealistas, de atribuir ao trabalho literário valor analítico -; e a forma por meio da qual são abordados textos literários, de modo que esta, mais que interpretá-los em nome de uma teoria ou mito qualquer, preserva a função da leitura e o seu poder de (re)velar a verdade.

Nadiá Paulo Ferreira se vale de um fio condutor para traçar os caminhos por onde se cruzam esses dois modos discursivos que têm em comum às práticas da fala e da escrita: as três paixões do ser, às quais Jacques Lacan se refere em seu primeiro seminário. Vale precisar, no entanto, que a opção por tal recurso não é apenas alusiva e, por isso mesmo, não se presta aos vícios do emprego forçado de teses lacanianas e de sua repetição cega. Evidenciam-se as sensibilidades teórica e estética da autora, ambas cultivadas ao longo de sua trajetória como psicanalista e estudiosa da literatura, e que aqui estão testemunhadas por seu empenho em empreender uma longa e diligente explicitação dos fundamentos do núcleo de suas argumentações.

De um lado, essa fundamentação é generosamente oferecida por meio de uma exegese dos conceitos psicanalíticos de pulsão, desejo, traço unário, ideal do eu, eu ideal, supereu, das Ding e gozo, entre outros, todos imprescindíveis à abordagem das três formas de identificação de que resultam os modos com que o amor se manifesta. De outro, sobressaem-se entre as referências literárias presentes O banquete , de Platão, representando a percepção moderna sobre amor, e dois textos da escritora portuguesa Ana Hatherky, O mestre e Tisanas , utilizados como pontos de fuga do mito do amor. Entretecidas nesse diálogo, decantam-se então novas possibilidades de apreensão das relações entre amor, ódio e ignorância, conferindo a este trabalho grande importância no campo psicanalítico atual.

Laéria Fontenele
Psicanalista e Professora Adjunta da
Universidade Federal do Ceará

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Dimensões do despertar na psicanálise e na cultura

Denise Maurano, Heloneida Neri e Marco Antonio Coutinho Jorge [orgs.]
16 x 23 cm | 168 p. | 978-85-7740-098-0 | 2011

Entre ter algo na lembrança, ou na memória, e deixá-lo vir à mente, deixar-se surpreender, tremeluz um mistério sonoro, cuja aceitação se bifurca na possibilidade de interrogá-lo e na capacidade de aceitá-lo. O que surge, o que cresce, o que se manifesta e se estrutura, mas também o que decresce, o que se vela e o que tende morte se combinam em sons e silêncio, permitindo ver que uma das mais difíceis tarefas humanas é ser o que se é, tornar-se o que se deve e, ao mesmo tempo, o que se pode ser, no sentido de se virar com o que se deixa de ser. Um ser já não mais indiviso e, necessariamente, um ser que se deixa ser. As 13 contribuições aqui reunidas, apresentadas durante o 1 Colóquio Internacional do Corpo Freudiano, têm sua leitura escandida pelas três conferências que Alain-Didier Weill pronunciou na ocasião. Oriundas de experiências e países diversos, essas contribuições ensaiam um trabalho conjunto de diferentes vozes, cuja dissonância ensina que o cerne de cada língua, resistente à sua tradução para outros idiomas, é não apenas obstáculo, mas também via de acesso e despertar para o que não se pode compreender e, portanto, das ausências por que nos tornamos fala-seres.

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A voz na clínica psicanalítica

Jean-Michel Vivès

em breve.

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Lacan e a clínica psicanalítica

Alain Didier-Weill

em breve.

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Freud-Einstein

Maio de 1933
Alain-Didier Weill 
80 p. | 2014 | 15,5 x 23 cm | 1ª edição | 978-85-7740-163-5

Alain Didier-Weill
Psicanalista e dramaturgo. Foi membro da École Freudienne de Paris, fundada por Jacques Lacan. Um dos idealizadores do Inter-Associatif de Psychanalyse, criou a Association Insistance (Paris/Bruxelas). Autor de vários livros, entre os quais Lacan e a clínica psicanalítica, Nota azul: Freud, Lacan e a arte, Os Nomes do Pai e Un mystère plus lointain que l’inconscient. Entre suas peças de teatro, destacam-se Pol, Les trois cases blanches e Vienne 1913.

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Nota Azul: Freud, Lacan e a arte

Alain-Didier Weill com a colaboração de Chawki Azouri, Claude Rabant, Marco Antonio Coutinho Jorge | 80 p. | 2014 | 16 x 23 cm | 2ª edição | 978-85-7740-162-8

O que a prática do psicanalista não cessa de lembrar é que a mestiçagem de substâncias tão heterogêneas quanto o são a materialidade do corpo humano, a imagem que dele se tem e o verbo nele enxertado institui entre corpo, imaginário e palavra uma nodulação, cujo caráter problemático se traduz pelo sofrimento a que chamamos de sintoma. À luz desse ensinamento cotidiano concedido ao psicanalista, Alain Didier-Weill interroga as relações existentes entre a arte e a psicanálise, valendo-se, sobretudo, das incidências do ensino de Jacques Lacan sobre a função do real na estruturação do psiquismo humano. Entre os efeitos clínicos que aborda, com ênfases distintas na concepção freudiana de sublimação, nos tempos necessários à subjetivação e no circuito pulsional, destaca-se a elaboração de como se pode assumir o reconhecimento de que, não sendo senhores da palavra, somos instituídos pelo que dizemos.

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Passagens: transmissão da psicanálise e direitos do homem

Paolo Lollo

em breve

Livro_os-nomes-do-pai-miniatura

Os nomes do Pai

Alain Didier-Weill

em breve

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Florbela Espanca: Laços de amor e dor

Eliana Luiza dos Santos Barros

em breve